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Inovando na gestão dos benefícios.

Com apoio e experiência da Bolsa de Seguros.

A Bolsa de Benefícios foi fundada em 1993 com o objetivo de implantar ferramentas que permitam a gestão integrada de saúde. Sendo a especialista em redução de custo por meio das integrações entre a Saúde Ocupacional, assistencial, gestão de afastados e Assistência odontológica.

 

Cenário Atual da Saúde Suplementar

As organizações que tomam serviços no mercado atual da Saúde Suplementar carecem de apoio para melhor estruturação dos modelos de controle de suas carteiras, o que leva, via de regra, a contingências e reajustes onerosos de contratos, raramente justificados de forma Transparente, seja pela operadora de plano ou pela corretora que intermedia relação.

Basicamente, seguem abaixo os principais fatores que colaboram com estas distorções.

Falta de Integração da Saúde Ocupacional com a Área Assistencial.

O atendimento médico dedicado à rotina ocupacional, para cumprimento de todos os exames previstos na Norma Regulamentadora, não compõe o conjunto de informações de saúde provenientes dos atendimentos que ocorrem nos planos de assistência médica. Este desalinhamento ocasiona dois universos de dados distintos que não convergem para apontar as reais necessidades dos colaboradores.

Falta de transparência nas relações com as Operadoras de Planos.

A lógica proposta pelas relações contratuais entre as operadoras de planos de saúde e as organizações contratantes não se realizam, na prática, em razão da prevalência do domínio unilateral das informações geradas pelas próprias operadoras. Não existe padrão na prestação de contas, nem na relação com a rede prestadora, o que dificulta uma eventual auditoria.

Dependência das Operadoras.

O pequeno número de players neste setor, que se consolidou durante os últimos 15 anos, associado ao alto grau de regulação do governo, resultou em um oligopólio que dificulta as Ocupacional Assistencial negociações de valores, diante das imposições de reajustes contratuais.

Custos Crescentes.

A atual tendência de custos crescentes, justificada pela utilização arbitrária de índices específicos da área da saúde (VCMH), que não traduzem a realidade da maioria das carteiras, provoca uma grande assimetria de forças, neste mercado, que culmina com o agravamento das faturas pagas pelos contratantes destes serviços.

Modelo de Gestão Baseado na Lógica Financeira.

A proposição do limite estabelecido pelo equilíbrio do contrato com cláusula de sinistralidade, associada ao fato de a operadora “vender” o atendimento médico por um valor maior do que ela “contrata” ou obtém, induz ao mecanismo de incentivar o super uso das estruturas disponíveis. Em tese, a operadora deveria se propor a estabelecer controles e ações preventivas, por ser ela a detentora do conhecimento específico para tal (e não o contratante).